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O servidor público da prefeitura municipal de Corupá, que gravou um áudio ameaçando colocar fogo nos ônibus escolares da secretaria de educação, compareceu esta tarde (28) na delegacia de polícia local. Ao agente, Toni Rodrigues, o acusado, que não teve o nome divulgado, assumiu a autoria da gravação, mas disse que ela foi encaminhada a um grupo no Whatsapp no ano passado e que se queixava da falta de companheiros dos demais funcionários da pasta. O responsável pela delegacia de local encaminhou ao portal a seguinte nota:

“Foi instaurado o Inquérito Policial conforme determinação do delegado. Nesta tarde, o suspeito dirigiu-se até à Delegacia de Polícia, de livre e espontânea vontade, onde foi interrogado. Ele confirmou ter enviado o áudio e esclareceu que a gravação, remetida a um grupo, na qual teria se expressado em tom irônico no âmbito da discussão sobre a falta de “coleguismo” entre alguns dos servidores de sua mesma classe. Negou veementemente ter a intenção de danificar os ônibus escolares do município. Mais testemunhas serão ouvidas. Foi feito um contato com o IGP de Joinville para a realização da perícia no áudio, mas o prazo de análise do material foge do controle da polícia civil, pois o IGP é um órgão autônomo da segurança pública e enfrenta um grande deficit de efetivo, não sendo possível precisar quando o material será periciado.. Provavelmente, se o delegado de polícia determinar, o Inquérito Policial será encaminhado no prazo de 30 dias ao Fórum conforme determina o Código Processo Penal e posteriormente quando a perícia ser finalizada, será juntada aos autos por meio de ofício.

Entenda o que ocorreu

A prefeitura de Corupá registrou boletim de ocorrência na manhã desta segunda-feira (28) contra um motorista da secretaria municipal de educação onde ele ameaça colocar fogo nos ônibus escolares. De acordo com uma fonte que preferiu não se identificar, será solicitada à polícia civil a realização de uma perícia no áudio para identificar a quem pertence a voz, uma vez que já há um suspeito. Caso seja confirmado, o servidor poderá ser exonerado do cargo por justa causa, perdendo o direto à estabilidade. Além disso, responderá criminalmente pela ameaça.

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