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O Catarinense Rally Regularidade deu a largada para mais um ano de competições. Com cinco etapas previstas, a primeira prova foi realizada neste último sábado (16), em São Bento do Sul (SC). Organizado pela Trecho 1 – em parceria com a Federação Catarinense de Motociclismo e a Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina, o evento teve o apoio fundamental do Jeep Clube São Bento do Sul.

O grid contou com 66 veículos, divididos nas categorias Máster, Graduados, Turismo, Turismo Light, Pais e Filhos e Universitários, e ainda, registrou a estreia das categorias UTVs e Quadriciclos. Entre os participantes, esteve o piloto Anderson Clei Vargas, que ao lado da esposa e navegadora Márcia Iris Vargas, conquistou o terceiro lugar na categoria UTV com 468.606 pontos perdidos.

Pela categoria Máster, quem também representou a cidade de Corupá, foi o piloto Acyr Hideki Rodrigues da Silva, que competiu ao lado do navegador Cristian Mueller (de São Bento do Sul/SC) e, juntos, conquistaram o quinto lugar no pódio com 3.570 pontos perdidos.

O roteiro teve 90 quilômetros – com 40 quilômetros de trecho cronometrado –, e começou pelo reflorestamento de pinus da Fazenda Katzer. Devido a chuva, o terreno estava bem liso e com muita lama, e os pilotos suaram para acelerar e manter o veículo na trilha. Os carros derrapavam e espalhavam barro para todos os lados. Já os navegadores, não puderam tirar os olhos do hodômetro, uma vez que situações como essa, pede que o equipamento seja ajustado a todo momento (sem muita aderência com o solo, o pneu gira em falso e o hodômetro precisa ser reposicionado na metragem correta, do contrário, a dupla não consegue encontrar o caminho certo a seguir). Ainda, no entorno da famosa casa de madeira abandonada (símbolo das etapas de rali em São Bento do Sul), os off-roaders tiveram um teste de habilidade e concentração, com balaios e pegadinhas.

E pensa que terminou ali? Não! A planilha direcionou as duplas para o circuito de autocross do Expoama e, depois para o Autódromo Municipal Lourenço Schreiner. Nestes locais, os competidores encararam muitos laços, com inúmeras mudanças de direção em referências bem próximas. Com médias de velocidade justas, pilotos e navegadores tiveram de ser rápidos e habilidosos.

Detalhe que, no Autódromo Municipal Lourenço Schreiner, apesar da proximidade com os demais locais, apresentou chão seco e levantou até poeira com a passagem dos veículos. E este foi um outro desafio, pois o pessoal estava vindo de uma área de solo molhado e tiveram de, rapidamente, fazer uma nova leitura e adotar o estilo de pilotagem mais adequada.

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